edição 221


CAPA
10 anos de privatização: A revisão do modelo

Este ano, os acionistas da Oi anunciaram a disposição de comprar a Brasil Telecom. Por enquanto, é contra a lei. Ao que tudo indica, a lei será modificada para permitir a compra. O negócio ocorre dez anos depois da privatização do Sistema Telebrás. Não é coincidência. A privatização cumpriu seu papel, e a lei está desatualizada demais.


MERCADO
Celulares a preço zero. Isso é bom para o governo?

Para manter grandes clientes de governo, as operadoras celulares agora oferecem telefone celular e serviço grátis. Numa licitação do governo do Estado de São Paulo, a Vivo zerou o preço, a Claro também, funcionários das duas operadoras se atacaram, e então o pessoal da Vivo chegou a propor lance negativo. O governo interrompeu a licitação.


MERCADO
Um dilema: cuidar do passado ou do futuro?

Integradores de sistemas têm sido obrigados a gastar bastante tempo com projetos temporários, em que o cliente paga uma vez e pronto, e ficaram sem tempo para conseguir clientes de serviços de longo prazo, com receita recorrente todo mês. (Uma parte desses projetos é sobre comunicações unificadas, com apoio da Microsoft.) É um risco. A solução é caprichar.


ESPECIAL
Registros de preços: compra e venda mais fácil.

Os gestores de TI do governo descobriram uma forma de comprar mais fácil e barato: atas de registro de preços, com as quais eles conseguem evitar as burocracias de uma licitação. Agora, os fornecedores também perceberam uma vantagem nas atas de registro de preço. Quanto mais diretores de telecom usarem uma ata já pronta, mais dinheiro os fornecedores ganham, com menos licitações.


P&D
WiMAX 700: ainda há esperança.



EDITORIAL
Editorial



PERSONAGENS
Mousinho na presidência da TelComp



RESUMO
PL 29: votação adiada. Vitória da Globo?

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